A Companhia Potiguar de Gás (Potigás) modernizou o seu sistema de proteção catódica com o objetivo de evitar a corrosão dos gasodutos e diminuir ainda mais o risco de vazamento do gás natural em suas instalações. A gerência técnica da companhia começou os estudos para modernizar este sistema em 2010, quando, na oportunidade, inspecionou todas as suas instalações aéreas, tanto em estações de clientes, como em pontos associados à operação.
Os tubos utilizados nas obras já possuem uma grossa camada de isolamento elétrico, que é a primeira barreira contra a corrosão, porém a gerência técnica da Potigás investiu ainda mais. Além de usar revestimento de Polietileno de Tripla Camada (PE3L), implantou um sistema de blindagem à corrosão chamado de Proteção Catódica.
A proteção catódica é um processo de controle da corrosão de metais, no caso, tubulações que compõem a rede de gasodutos. A técnica consiste em injetar corrente elétrica contínua nos tubos, tornando-os eletricamente mais negativos que o meio, evitando assim a formação do óxido de ferro, popularmente conhecido como ferrugem. Entre os elementos constituintes da proteção catódica estão os sistemas Retificadores, equipamentos responsáveis pela injeção de corrente elétrica no gasoduto, e os anodos de sacrifício, elementos que irão entrar em corrosão para proteger o gasoduto.

A Potigás fez um grande investimento nesta tecnologia. Todo o sistema de proteção catódica da malha de gasoduto do estado do Rio Grande do Norte foi modernizado. Para o diretor Técnico Comercial, Antonio Carrilho, “a Potigás investiu pensando no futuro. Com essa técnica, garantiremos o crescimento da rede de gás natural com segurança, preparando-se para as futuras expansões da malha de gasoduto, e além disso, evidência a prática da Segurança Operacional”, disse Carrilho.